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Delegado prometeu não investigar a morte de Marielle Franco

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Delegado prometeu não investigar a morte de Marielle Franco

O delegado Rivaldo Barbosa foi um dos presos pela Polícia Federal juntamente com outras duas pessoas pelo assassinato da vereadora Marielle Franco. As prisões ocorreram depois de uma delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa.

Prisão dos irmãos Brazão

Ao completar seis anos da morte da vereadora, a operação da PF prendeu também o deputado federal Chiquinho Brazão (União-DF), e Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro.

Investigações apontam que os irmãos Brazão têm forte ligação com uma rede de milícia que operam no Rio de Janeiro, o que pode ser a motivação para a morte de Marielle.

Delegado obstruiu investigações

O delegado Rivaldo Barbosa comandou as investigações sobre a morte da vereadora, mesmo tendo dada garantia de que os mandantes não seriam investigados, o que justificou a prisão dele na operação determinada pelo ministro Alexandre de Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação da Polícia Federal, houve o comprimento de mandados de busca e apreensão em alvos definidos pela PF, no total de 12 mandados cumpridos.

Para obstruir investigações sobre o caso Marielle, o delegado Rivaldo teria recebido R$ 400 mil, segundo apontou investigações com relatório enviado ao Ministério Público em 2019.

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