Uncategorized
Punição mais dura para quem promove briga de cães

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) discute um projeto que aumenta a pena para quem promove a briga de cães. O projeto n.º 1832/20 é de autoria do deputado estadual Bruno Peixoto (UB) e já foi aprovado em primeira votação nesta quarta-feira (26).
Briga de cães e maus-tratos
“Um espetáculo sangrento, em que o animal não tem poder de escolha, sendo levado pelos seus donos que o expõem a essa barbaridade, por sadismo ou dinheiro das apostas, não se encaixa em uma prática esportiva, como eles defendem”, diz o parlamentar.
Bruno Peixoto diz que os donos dos animais não podem assistir uma briga entre cães como um mero espetáculo ou divertimento em grupo, ou, ainda, como uma manifestação cultural. Segundo o parlamentar, os animais têm sentimentos, e que não podem ser expostos a maus-tratos.
Crimes ambientais
No mesmo projeto, Peixoto cita, também, as rinhas de galos. “As rinhas de galos também movimentam apostas. Os animais reagem a todas as modificações e estímulos que acontecem em sua volta, e como são criados desde cedo em estado de tortura e estresse, em resposta esses animais adquirem maior agressividade”, reitera.
Campanha de adoção de animais
Bruno defende uma política educativa por parte dos gestores e cuidadores de animais que incentive a adoção de cães e gatos abandonados ou vagantes. Hoje, os municípios têm dificuldade para promover campanhas de castração no sentido de controlar a população de cães e gatos.
No entendimento do legislador, as campanhas de conscientização mostram que a adoção é uma atitude nobre. “Adotar significa dar uma nova chance, dar espaço no abrigo para que outro animal seja resgatado das ruas. É uma decisão que deve ser muito bem analisada e estudada para que esse animal não seja novamente abandonado ou devolvido”, explica.
